Câmara de Campo Grande abre trabalhos de 2026 com debate sobre taxa do lixo, IPTU e transporte

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Câmara de Campo Grande abre trabalhos de 2026 com debate sobre taxa do lixo, IPTU e transporte
Câmara de Campo Grande abre trabalhos de 2026 com debate sobre taxa do lixo, IPTU e transporte (Foto: Reprodução)

g1 em 1 Minuto Mato Grosso do Sul: Canal de atendimento para o IPTU em Campo Grande A Câmara Municipal de Campo Grande abriu, nesta segunda-feira (2), os trabalhos legislativos de 2026 com foco em três temas centrais: o aumento da Taxa do Lixo, a possível redução do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e a intervenção no Consórcio Guaicurus. Os assuntos foram comentados pela prefeita Adriane Lopes (PP). Os vereadores devem votar, na terça-feira (3), o veto da prefeita ao Projeto de Lei Complementar (PLC) que suspende o aumento da chamada Taxa do Lixo. O reajuste havia sido barrado em sessão extraordinária da Câmara, no dia 16 de janeiro, mas o projeto foi vetado pelo Executivo, mantendo a cobrança. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp Nesta segunda-feira, a prefeita afirmou que apresentou dados aos vereadores e disse que os recursos arrecadados com o aumento da taxa serão destinados a melhorias na cidade. Durante entrevista, a prefeita disse que o veto busca preservar o equilíbrio das contas públicas. Questionada sobre uma eventual judicialização caso a Câmara derrube o veto, afirmou que qualquer medida será avaliada posteriormente. IPTU na região central e transporte coletivo Outro tema discutido foi a proposta de redução do IPTU na região central de Campo Grande. Segundo a prefeita, o projeto ainda será analisado. "A isenção tem que respeitar a anterioridade da lei. Vamos ter que entender como isso será feito", disse Adriane. A Prefeitura de Campo Grande foi notificada, no início de janeiro, sobre a decisão da Justiça que determinou intervenção no Consórcio Guaicurus. A decisão determina que a Prefeitura de Campo Grande, a Agência Municipal de Trânsito (Agetran) e a Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos (Agereg) indiquem um interventor e apresentem um plano de ação com cronograma para corrigir falhas no serviço. O prazo é de 30 dias, sob pena de multa diária de R$ 300 mil. A Justiça apontou falhas na frota, na gestão do consórcio e na fiscalização do contrato pelo poder público. O juiz destacou que a greve agravou o cenário e ampliou os prejuízos à população, que ficou sem ônibus para trabalhar, estudar e acessar serviços básicos. A prefeita afirmou que a Procuradoria-Geral do Município avalia quais medidas serão adotadas, sem informar prazos. Adriane foi convidada para sessão inaugural. Dyego Queiroz/TV Morena Sessão de abertura dos trabalhos de 2026 na Câmara de Campo Grande. Dyego Queiroz/TV Morena Veja vídeos de Mato Grosso do Sul: