Desabamento de prédio em São Paulo deixa duas mulheres mortas e quatro pessoas desaparecidas

Desabamento de prédio em São Paulo deixa duas mulheres mortas e quatro pessoas desaparecidas Jornal Nacional/Reprodução Em São Paulo, os bombeiros procuram por ...

Desabamento de prédio em São Paulo deixa duas mulheres mortas e quatro pessoas desaparecidas
Desabamento de prédio em São Paulo deixa duas mulheres mortas e quatro pessoas desaparecidas (Foto: Reprodução)


Desabamento de prédio em São Paulo deixa duas mulheres mortas e quatro pessoas desaparecidas Jornal Nacional/Reprodução Em São Paulo, os bombeiros procuram por quatro pessoas desaparecidas no desabamento de um prédio em construção. A obra tinha problemas estruturais e recebeu ordem da Prefeitura para ser demolida. Duas mulheres morreram. O desabamento foi pouco antes das 2h da manhã. A construção, que, segundo a prefeitura, tinha 11 andares, atingiu uma casa onde moravam três famílias bolivianas. Um homem e uma criança de cinco anos foram resgatados com vida. O pai da menina conta que está aliviado por um lado, mas preocupado com a falta de notícias do restante da família. "Minha esposa e minhas duas filhas. Uma foi resgatada, graças a Deus. Mas uma ainda tá aqui e minha esposa", diz Ebert Chino. Além da esposa e da outra filha de Ebert, um casal também está desaparecido. Não sobrou nada da casa onde viviam as oito pessoas que ficaram presas sob os escombros. O imóvel ficava bem em frente ao prédio que desabou. O trabalho de resgate das vítimas está sendo feito de forma manual e com muito cuidado na tentativa de localizar sobreviventes. "O desafio, primeiro, é as condições climáticas, lógico. O local é muito inseguro pros bombeiros, aqui. Estamos trabalhando com 59 bombeiros e 20 viaturas, ou seja, o efetivo da capital está totalmente empenhado nessa demanda", afirma Coronel Diógenes Munhoz, comandante do Corpo de Bombeiros Metropolitano 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia A Prefeitura de São Paulo afirmou que, em 2021, mandou demolir o prédio por problemas estruturais. E que, três anos depois, uma funcionária assinou um laudo atestando o cumprimento da ordem. "Se aquele documento for falso, essa pessoa também vai responder civil e criminalmente pelo ato que fez", afirma Ricardo Nunes, prefeito de São Paulo. A construção não foi derrubada. O advogado disse que estava em situação regular. "Estamos com o alvará em dia, estava com o alvará em dia posteriormente. Teve o embargo e depois foi cassado o embargo", afirma Alexandre Sambi, advogado da construtora. A Polícia Civil está investigando e informou que pretende prender os responsáveis em flagrante. GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional