Investigados pela terceirização das UPAs de Palmas têm pedido de liberdade negado

Investigados no caso das UPAs de Palmas têm pedido de habeas corpus negado O Tribunal de Justiça negou os pedidos de habeas corpus de Dhieine Caminski, Andres...

Investigados pela terceirização das UPAs de Palmas têm pedido de liberdade negado
Investigados pela terceirização das UPAs de Palmas têm pedido de liberdade negado (Foto: Reprodução)

Investigados no caso das UPAs de Palmas têm pedido de habeas corpus negado O Tribunal de Justiça negou os pedidos de habeas corpus de Dhieine Caminski, Andres Vicente da Costa e Cláudia Fernanda Cândido da Silva. Os três são investigados por um suposto esquema de corrupção envolvendo o contrato de terceirização das UPAs de Palmas. A decisão foi de uma Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Tocantins, nesta quarta-feira (20). Venceu o voto divergente do desembargador Luizilmar dos Santos Pires. Ele entendeu que os três investigados devem permanecer na prisão e foi acompanhado de mais dois desembargadores. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Os três discordaram do voto do desembargador relator, Márcio Barcelos, que havia votado pela liberdade dos três investigados. O julgamento terminou com três votos a dois pela manutenção das prisões. Dhieine Caminski era secretária de saúde durante a terceirização das UPAs. Andres Vicente era superintendente de Atenção à Saúde e a empresária Cláudia Fernanda Cândido era apontada como lobista do esquema. As duas mulheres estão numa cela no alojamento do comando-geral da Polícia Militar aqui na região central de Palmas. Andres Vicente está numa cela do presídio aqui da capital. Os advogados de Dhieine Caminski e Cláudia Fernanda Cândido informaram que não foram notificados de qualquer decisão. O g1 pediu posicionamento de Andres Vicente, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem. LEIA MAIS Investigados por contrato de R$ 139 milhões na terceirização das UPAs viram réus TCE determina suspensão de contrato de R$ 139 milhões para gestão das UPAs de Palmas Dhieine Caminski; Andreis Vicente da Costa e a empresária Cláudia Fernanda Cândido Colagem/Divulgação Entenda Os três são investigados pela Polícia Civil e estão presos desde junho. Eles são apontados como os principais suspeitos terem organizado um suposto esquema para a terceirização das UPAs de Palmas pelo no valor de R$ 139 milhões. O inquérito da Polícia Civil foi concluído no dia 20 de junho. Ao todo, dez pessoas foram indiciadas. Elas respondem por crimes como desvio de dinheiro público, corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa. No dia 27 de junho, eles foram denunciados e viraram réus em ação penal. Contrato suspenso pelo TCE O Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu o contrato após identificar indícios de irregularidades e por não ver vantagem econômica para a cidade. O órgão deu 60 dias para que a Prefeitura de Palmas reassuma a gestão das UPAs, garantindo que o atendimento aos moradores não seja interrompido. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.