Professor investigado por suspeita de assédio sexual em colégio do TO é afastado

O caso foi registrado no município de Novo Alegre Google Streets Um professor de 60 anos foi afastado do cargo nesta segunda-feira (1º), após uma investigaç...

Professor investigado por suspeita de assédio sexual em colégio do TO é afastado
Professor investigado por suspeita de assédio sexual em colégio do TO é afastado (Foto: Reprodução)

O caso foi registrado no município de Novo Alegre Google Streets Um professor de 60 anos foi afastado do cargo nesta segunda-feira (1º), após uma investigação da Polícia Civil apontar supostas condutas impróprias contra estudantes em um colégio de Novo Alegre, no sudeste do estado. A decisão atende a um pedido da 106ª Delegacia de Polícia de Aurora do Tocantins. De acordo com as investigações, a equipe policial identificou que pelo menos quatro alunas foram alvo de abordagens abusivas e incompatíveis com o ambiente escolar. Relatos colhidos durante a apuração apontam que o professor fazia comentários inadequados de natureza sexual e outras manifestações impróprias, causando constrangimento às vítimas. O nome do suspeito não foi divulgado, por isso o g1 não conseguiu contato com sua defesa. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp A Polícia Civil informou que o pedido de afastamento foi embasado em “elementos robustos” colhidos por meio de escutas especializadas e relatórios psicossociais. Ainda conforme a polícia, o objetivo da medida é interromper o contato do servidor público com as vítimas e com os demais estudantes. Além do afastamento das funções, a Polícia Civil chegou a representar pela prisão preventiva do professor, por considerar que havia provas suficientes. No entanto, o pedido foi negado pela Justiça. LEIA TAMBÉM: Família cobra respostas após oito meses do assassinato de PM aposentado: 'Sensação de impunidade' Homem é encontrado morto ao lado de motocicleta em rodovia no Tocantins Jovem é suspeito de matar homem para defender a mãe, diz PM Agora no g1 Na decisão, o magistrado entendeu que o afastamento do cargo, somado à proibição de manter contato ou se aproximar das vítimas e de seus familiares, seria suficiente para o momento, mantendo a possibilidade de prisão caso as medidas cautelares sejam descumpridas. O delegado responsável pelo caso, Lucas de Oliveira Rodrigues, destacou que a gravidade dos fatos e a vulnerabilidade das alunas exigiram uma resposta célere. “A adoção de medidas como este afastamento é indispensável para preservar a integridade física e psicológica das alunas, garantindo que o ambiente escolar volte a ser um espaço seguro e livre de condutas criminosas dessa natureza”, afirmou o delegado. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.