Rússia bombardeia shopping na Ucrânia e deixa mortos e feridos

Bombeiros tentam extinguir incêndio após bombardeio russo em Pavlograd, na Ucrânia, em 10 de setembro de 2026. Serviço de Emergência da Ucrânia via AFP Um...

Rússia bombardeia shopping na Ucrânia e deixa mortos e feridos
Rússia bombardeia shopping na Ucrânia e deixa mortos e feridos (Foto: Reprodução)

Bombeiros tentam extinguir incêndio após bombardeio russo em Pavlograd, na Ucrânia, em 10 de setembro de 2026. Serviço de Emergência da Ucrânia via AFP Um bombardeio russo em um shopping no leste da Ucrânia deixou três mortos e outras 34 feridos nesta quinta-feira (10), informaram as autoridades locais. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp O shopping fica na cidade de Pavlograd, no estado de Dnipropetrovsk, no leste ucraniano. "Há cerca de uma hora, os russos atacaram um centro comercial localizado no centro de Pavlograd. Em plena luz do dia, quando as ruas estavam cheias de gente", escreveu no Telegram o ministro do Interior ucraniano, Ivan Vygivskiy. Agora no g1 O Ministério Público ucraniano e o governador regional relataram um número provisório de três mortos e 34 feridos, que ainda pode aumentar, e disseram também que vários estabelecimentos comerciais e veículos foram danificados. Moscou não havia se manifestado sobre a acusação até a última atualização desta reportagem. A Rússia, que lançou sua ofensiva em larga escala em fevereiro de 2022, e a Ucrânia estão envolvidas em uma escalada de ataques de longo alcance ao longo dos últimos meses, em que visam instalações de energia, logística e portuárias, assim como navios no Mar Negro. Os esforços diplomáticos liderados pelos Estados Unidos para pôr fim ao conflito, que estavam estagnados há muito tempo, foram retomados no último fim de semana com a visita dos enviados do governo Trump, Steve Witkoff e Jared Kushner, às capitais ucraniana e russa. Bombeiros tentam extinguir incêndio após bombardeio russo em Pavlograd, na Ucrânia, em 10 de setembro de 2026. Serviço de Emergência da Ucrânia via AFP