Trump comemora saída de Harry e Meghan dos EUA: 'Se eu fosse da família real, não aceitaria de volta'
Príncipe 'furioso' e residência privada: o que se sabe sobre a volta de Harry e Meghan O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comemorou nesta quarta-f...
Príncipe 'furioso' e residência privada: o que se sabe sobre a volta de Harry e Meghan O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comemorou nesta quarta-feira (2) a mudança do príncipe Harry e de Meghan Markle para o Reino Unido. Ele disse ainda que, se estivesse no lugar da família real britânica, não teria aceitado o príncipe de volta. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Harry e Meghan desembarcaram no Reino Unido com os filhos no dia 26 de agosto, de acordo com a imprensa britânica. O casal morou por seis anos nos EUA após romper com a família real. Veja detalhes da mudança mais abaixo. Nesta quarta-feira, ao ser questionado sobre o assunto, Trump disse estar "feliz" com a saída do casal dos EUA. Ele também acusou Harry e Meghan de terem tratado a monarquia britânica com desrespeito. "Eu achei que eles trataram a família real com um enorme desrespeito. Não gostei da maneira como ela [Meghan] agiu", disse. Na sequência, o presidente concentrou as críticas em Meghan. Ele afirmou que a duquesa de Sussex, que nasceu nos Estados Unidos, foi desrespeitosa com a rainha Elizabeth II e com o rei Charles III. "Talvez eu seja diferente. Francamente, eu não teria aceitado eles de volta", disse. LEIA TAMBÉM Trump cita 'boa relação com o Brasil' e afirma ter feito 'muita gente ser eleita' na América do Sul: 'Estão todos indo para a direita' Influencer britânico Milo Yiannopoulos, defensor de Trump, relata 'brutalidade' do ICE ao ser deportado dos EUA: 'Tive muito, muito medo' Executiva morta na Times Square era mãe de uma bebê de 5 meses e tinha acabado de voltar da licença-maternidade Rei Charles III, do Reino Unido (à esquerda), e presidente dos EUA, Donald Trump, em cerimônia na Casa Branca em 28 de abril de 2026. REUTERS/Suzanne Plunkett Mudança Harry se casou com Meghan Markle no Castelo de Windsor em 2018. Dois anos depois, em março de 2020, eles anunciaram que deixariam as funções oficiais e se mudariam para os Estados Unidos, afirmando que queriam se afastar da cobertura "tóxica" da imprensa britânica. Nos anos seguintes, Harry e Meghan fizeram repetidas críticas à família real e à monarquia em entrevistas para a televisão, em uma série documental da Netflix e, de forma mais marcante, na autobiografia do príncipe. Alguns comentaristas apontaram que a aventura de Harry e Meghan nos Estados Unidos ficou muito aquém das expectativas, o que pesou na decisão do retorno ao Reino Unido. "A série culinária de Meghan não foi bem recebida. Eles não conseguiram estabelecer uma parceria de sucesso com a Netflix. E também perderam o contrato com o Spotify", afirmou o comentarista da realeza Richard Fitzwilliams à agência de notícias AFP. "Não acho que eles tenham sido um sucesso em Hollywood. Essa pode ser uma forma de mudar as coisas, e de fazer isso antes que William se torne rei." Segundo ele, o casal também pode estar preocupado com relatos de que o príncipe William, irmão de Harry, poderia privá-los dos títulos reais. Outro comentarista, Ed Owens, afirma que Harry está interessado em se reconciliar com o pai, que está em tratamento contra um câncer, e com o restante da família. "Adoraria me reconciliar com a minha família. Não faz mais sentido continuar brigando", disse Harry à BBC em maio de 2025. "Não sei quanto tempo de vida meu pai tem." Harry e Meghan se encontraram com o rei em julho, durante uma breve visita ao Reino Unido. Foi a primeira vez em quatro anos que os filhos do casal viram o avô. "Existe a sensação de que essa visita foi positiva", diz Owens. "Por isso, este pode parecer um momento oportuno." Embora as pontes com o rei Charles tenham sido parcialmente reconstruídas, William e Harry continuam afastados e mal se falam. Príncipe Harry e Meghan Markle no Robert F. Kennedy Human Rights Ripple of Hope Award Gala em dezembro de 2022 Andrew Kelly/Foto de arquivo/Reuters VÍDEOS: agora no g1 Agora no g1