‘Uma risada a cada dez segundos’, promete Fábio Porchat sobre stand-up em Juiz de Fora

Fábio Porchat apresenta stand-up de sucesso em Juiz de Fora Ga Produções/Divulgação Nesta quinta-feira (21), Fábio Porchat sobe ao palco do Cine-Theatro...

‘Uma risada a cada dez segundos’, promete Fábio Porchat sobre stand-up em Juiz de Fora
‘Uma risada a cada dez segundos’, promete Fábio Porchat sobre stand-up em Juiz de Fora (Foto: Reprodução)

Fábio Porchat apresenta stand-up de sucesso em Juiz de Fora Ga Produções/Divulgação Nesta quinta-feira (21), Fábio Porchat sobe ao palco do Cine-Theatro Central, em Juiz de Fora, com o espetáculo 'Histórias do Porchat, turnê de despedida'. O stand-up reúne histórias absurdas e engraçadas vividas pelo humorista ao redor do mundo. Com ritmo acelerado e relatos inusitados, a apresentação mistura improviso, memória e interação com o público. A promessa, segundo ele, é arrancar risos da plateia do início ao fim. “O espetáculo tem uma velocidade muito própria, um ritmo muito alucinante. Já me apresentei em mais de 500 lugares, para 500 mil pessoas. Então, o espetáculo está muito treinado. Chego em Juiz de Fora já quentinho para toda a mineirada dar risada". ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Zona da Mata no WhatsApp Antes da apresentação, o artista conversou com o g1 sobre os primeiros passos da carreira, a importância da formação profissional e o incentivo do eterno amigo Paulo Gustavo. Confira. Menino que gostava de ser visto Para o ator, a comédia foi, antes de tudo, pessoal. "Acho que escolhi a comédia. Sempre fui uma criança muito exibida, adorava chamar a atenção, adorava que as pessoas prestassem atenção em mim. E me dei conta de que, sempre que falava alguma coisa com humor, as pessoas prestavam mais atenção em mim". Ainda sem pretensões profissionais, o então desinibido estudante de Administração apresentou um esquete de humor no Programa do Jô, com um texto de autoria própria inspirado na série Os Normais. “Queria, de alguma forma, que aquele cara de quem eu era tão fã, que era uma sumidade nacional da comédia, olhasse para mim e falasse: ‘você é engraçado’”. Até aquele momento, o humorista, à época com 18 anos, nunca tinha feito nada profissionalmente no teatro. Mas, depois daquele dia, decidiu se formar na área. “Aquilo foi crucial para eu decidir o que eu queria fazer da vida”, afirmou. O curso foi feito na Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), ao lado de grandes nomes da comédia, como Paulo Gustavo e Marcus Majella. “A CAL foi fundamental na minha formação. Ali fui orientado e estimulado a seguir nessa profissão do jeito certo”. “O curso superior é muito importante. Os professores estão preparados para entender se você pertence àquele mundo. Um bom professor encoraja você a escrever e, no meu caso, não apenas a atuar, mas também a correr atrás e aprender outras coisas”. Uma das primeiras peças teatrais roteirizadas e estreladas pelo então recém-formado foi 'Infraturas', que contou também com Paulo Gustavo: “Foi um momento muito mágico poder estar ao lado do Paulo em cima do palco. A gente se formou junto e, depois, estreou nossa peça juntos”. Para ele, foi um pontapé importante para que ambos pudessem se apresentar ao mundo como roteiristas e atores. “O Paulo sabia que ia ser uma estrela. Eu não tinha tanta certeza da minha parte. Eu gostava muito de escrever, estava ali batalhando, lutando, mas ainda não sabia localizar o que eu era. O Paulo já tinha isso muito fixo na cabeça dele. Essa peça foi essencial para a gente começar, sabe? Começar". Fazer stand-up sem saber o que é stand-up Foi Cláudio Torres Gonzaga, roteirista do Zorra Total, quem apresentou ao humorista o formato stand-up: “Nunca tinha ouvido falar em stand-up. Ele me disse: ‘Fábio, você é um cara que conta umas histórias engraçadas, as pessoas prestam atenção em você, te ouvem. Você não quer fazer stand-up?’”, lembrou. “Depois que descobri o formato, percebi que já tinha escrito alguns stand-ups sem saber o que eram. Mostrei para o Cláudio e ele falou: ‘É isso. Não quer se apresentar?’. E eu topei, fiz uma apresentação e foi super legal. Estava morrendo de medo, apavorado. Mas, em 2007, comecei e nunca mais parei”. Para ele, o stand-up fascina. “O teatro é um negócio muito mágico, muito forte. Você ter aquelas pessoas na sua frente, rindo, prestando atenção em você, te ouvindo. O que acontece ali na hora é muito revigorante. Fazer comédia, fazer stand-up, é de uma potência inexplicável”, confessou. 'Uma risada a cada dez segundos' Assim, o ator chega a Juiz de Fora com o stand-up ‘Histórias do Porchat, turnê de despedida’. “São as minhas histórias de viagem mais malucas! Frente a frente com um gorila. Um hipopótamo que quase me engoliu. Teve uma dor de barriga num avião, no meio do Nepal, e o avião não tinha banheiro. São situações com as quais as pessoas vão se identificar e outras pelas quais vão agradecer por não terem passado”, revelou. O comediante apresenta atualmente o programa televisivo Que História É Essa, Porchat?. Algumas situações do stand-up já foram narradas na atração, outras ele conta de forma diferente e há, ainda, histórias inéditas. “Nossa equipe fez a cronometragem, a média é de uma risada a cada dez segundos”, prometeu. A apresentação em Juiz de Fora terá duas sessões: a primeira às 19h e a segunda às 21h. Os ingressos podem ser comprados on-line. LEIA TAMBÉM: Ivan Lins em Juiz de Fora: artista relembra festivais no Central e detalha forte relação com a cidade *estagiária sob supervisão de Juliana Netto. ASSISTA: Fabio Porchat comenta projeto que o considera 'persona non grata' na Alerj Fabio Porchat comenta projeto que o considera 'persona non grata' na Alerj VÍDEOS: veja tudo sobre a Zona da Mata e Campos das Vertentes